terça-feira, 13 de novembro de 2018

A IRMÃ IGNÓBIL E O FIM DA AMIZADE - PARTE 3

Quando acabou o meu relacionamento com o Sergio eu não mais interagia com esta irmã Elise por causa dos inúmeros atos de provocação que ela fazia contra a minha pessoa, e não era só comigo, mas com a Soni e com a Ane também.
Ela tratava as irmãs como ``ALGUÉM, NÃO SEI QUEM, ESSA GENTE´´ quando reclamava para a nossa mãe por algo que ela mesmo inventava, ela não falava com o irmão caçula, em suma, ela só falava com a nossa mãe.
Ela me provocava sistematicamente ate o dia em que eu não suportando mais reagia e o resultado era  briga com agressões mutuas. ex:  minha irmã Ane tinha verdadeira fixação por televisores, era aparecer um modelo novo que em breve estaria em nossa casa, tinha televisão na sala na cozinha e nos quartos.
Eu dormia numa beliche e por ser muito magrinha fiquei com a cama de cima, e em cima de uma comoda uma televisão, mas só dava para assistir com a porta fechada, pois a porta aberta tapava a minha visão, pois bem, eu fechei a porta liguei a TV e fui para a cama, só que de minuto em minuto essa irma entrava no quarto e saia deixando a porta aberta, então eu tinha que descer da beliche e fechar a porta, isso aconteceu varias vezes, eu mal tinha subido para a minha cama e la vinha ela novamente e saia deixando a porta bem aberta, ate que finalmente eu desisti.
Em outra ocasião eu estava assistindo televisão deitada na cama da minha mãe, ela passou no
corredor e me viu, depois voltou e jogou uma peça de roupa no meu rosto, deu briga com nossa mãe separando.
Casei aos vinte e cinco anos e separei,  meu menino tinha uns cinco anos e eu estava fazendo o almoço para a minha mãe que tinha ido na feira (eu morava e pagava aluguel para minha mãe numa casinha nos fundos do quintal) pois ela cuidava de varias crianças e eu ajudava, meu filho entrou na cozinha com uma caixa de sapatos pedindo para eu abrir uma portinha para ele brincar de garagem...
- quem deu essa caixa pra você?
- a vó achou no lixo...
Abri duas portinhas e ele feliz foi para o quintal brincar, dali a pouco chega a cascavel e já vem gritando la de fora...
- puta que o pariu! quem deu ordem para esse moleque pegar a minha caixa?
- estava o lixo a mãe pegou e deu pra ele brincar...
- estava no lixo o caramba!
Nesse momento chega minha mãe e entra na discussão...
- você jogou no lixo Elise, estava la na rua em cima do saco, então eu peguei e dei para o menino brincar...
- não interessa, eu não quero nada meu nas mãos desses ai...
Bom, eu não lembro bem como seguiu a discussão, mas lembro das ofensas e de como começou as agressões,  ela falava eu respondia, ela xingava eu revidava...
- essa gente casa em vez de ir morar longe fica aqui infernizando...
- eu não estou morando de graça eu pago aluguel e é você quem começou a provocar...
- você é uma filha da puta!!!
- sou sim, e a puta que me pariu é a mesma que pariu você também!
Nesse momento ela avançou sobre mim gritando para a a nossa mãe...
- joga essa mulher na rua mãe! joga essa mulher na rua!!!
Ela me empurrou para fora da cozinha, eu cai mas levantei na hora e voei pra cima dela, não sei onde arrumei forças pois naquele tempo alem de pequena era muito magrinha, o que lembro e que sentei os dentes nela, acredito que ate hoje ela ainda tem a marca, pois tempos depois ela reclamou comigo numa outa briga...
- você me mordeu feito uma cachorra...
- te mordi feito cachorra porque você veio para cima de mim feito uma égua...
Depois dessas desavenças ela virava uma seda, passava um bom tempo sem provocar, mas aos poucos ela ia começando novamente ate eu não suportar mais.
O que sempre acontecia era ela dar um presente para a nossa mãe tipo dia das mães, natal, aniversario, pascoa, só que depois tomava para dar para outra pessoa com a promessa de dar outro no lugar mas nunca devolveu, uma certa vez ela deu um ferro a vapor inédito naquele tempo, minha mãe perguntou para ela...
- você vai tomar depois? porque se for eu nem quero...
- não mãe, esse é seu mesmo...
Pois bem, presente dado não pode mais reclamar, um dia pedi o ferro emprestado para experimentar
, se eu gostasse ia comprar um para mim, ela chegou eu estava passando roupas com aquele ferro e foi a maior briga, não podíamos usar nada que fosse ela quem tivesse dado para a mãe.
Outra coisa que ela adorava fazer, ela fez curso no Senai de doces e salgados, então ela fazia aqueles doces gostosos , tortas salgadas e punha na geladeira, mas ninguém podia comer um pedaço sequer, porque ela fazia e levava para a família de um noivo apelidado de Mazinho que acabou dando um pontapé bem grande no meio das duas bandas dela quando ela não tinha mais nada a oferecer para ele e para a família dele, eu soube pela minha mãe que adorava mexer nas coisas das filhas, ela achou vários carnes, uns sete a oito de coisas que ela comprava para a família do noivo, que eu lembro parece que ela tinha comprado também uma moto e ate um carro, mas nunca vimos. 
Essa irmã tinha o costume de pegar roupas e sapatos das irmãs e usar na maior cara de pau, mas vá pegar alguma coisa dela pra ver?
Minha mãe certa vez me deu um lindo macacão branco, usei varias vezes achando que ela tinha ganho de alguma freguesa para a qual lavava roupas, mas um dia que eu estava usando a tal peça e ela viu foi o maior barraco apesar da minha mãe afirmar que ela tinha dado o macacão para que fosse dado a qualquer pessoa, podia ser qualquer pessoa menos eu, ela pegou a peça de volta e nunca mais vi.
Essa irmã é racista, explico: eu gosto de rapazes negros, meu ex-noivo era negro, e meu ex-marido apesar da pele clara é descendente de negros também, meu filho tem traços negros, então depois que eu separei do pai do meu filho, passado alguns anos conheci um rapaz na empresa em que eu trabalhava, e por imposição da minha mãe não o levei para conhecer a família, nos combinávamos encontros em shoppings, íamos a cinemas, restaurantes, parques, acredito que num desses encontros ela tenha nos visto, pois numa provocação em que respondi de imediato ela veio com essa tentando  me deixar constrangida ...
- eu vi você com um puta negão em tal lugar...
- e qual é o problema de eu com um negão? preto não é gente?
- ah não sei...(resposta de quem não sabe o que responder)
- você é racista?
- num sei...
Dei por encerrada a discussão, passou muito tempo, entrei em atrito com minha mãe, construí minha

casa própria e mudei, depois de uns 20 anos ela foi se aproximando de todos os irmãos, foi ganhando confiança, se infiltrando, eu grande idiota passei a confiar, hoje estamos morando no mesmo condomínio mas graças a Deus não na mesma torre, um dia qualquer estávamos juntas nem lembro mais o motivo, ela com a amiguinha dela, puxaram o assunto de eu gostar de negros, respondi alguma coisa na brincadeira, passou um andarilho por nos...

- olha ai um preto pra você...
Fiquei totalmente sem graça e nem respondi, só me veio um pensamento...
- ela esta voltando a velha forma...
Para encerrar este post, o hilario de tudo que esta irmã aprontou roubando namorados e pretendentes das outras irmãs é que hoje em dia ela adora bater um bife!!!

(continua no próximo post)

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