
Existe um ditado que diz: ``PAU QUE NASCE TORTO NÃO ENDIREITA´´ esta é a mais pura verdade, pessoas maldosas já nascem maldosas e mostram isso desde a mais tenra idade, eu era muito quietinha, franzina e comportada, acredito ser desde essa época muito tímida, mas já estava aprendendo o quanto crianças podem ser ruins, maldosas e falsas, Minha madrinha Encarnação morava na casa ao lado da minha família, eu subia pelo nosso quintal ate a casa dela com ajuda da minha mãe, tinha uns patos q sempre insistiam em me bicar, ela me colocava sentada no sofá da sala e ia se arrumar para sairmos, eu olhava pela porta do quarto e através de um espelho eu via ela passando talco na região glútea com uma esponja tipo aquelas de pó compacto mas bem maior, então íamos na casa de uma amiga dela, antes de ir embora ela sempre pedia q eu fosse ao banheiro e mesmo contra a minha vontade a dona da casa pedia para uma menina maior acredito que era a filha dela me levar, ela me punha sentada no vaso sanitário e começava a me falar coisas, tipo me chamar de fresca e outras ofensas, uma vez ela enfiou o dedo no meu olho e eu chorei alto, vieram as duas comadres ver o que tinha acontecido, eu chorando falei das ofensas que a menina tinha me xingado e q ela tinha enfiado o dedo no meu olho, lembro q ela deu varias desculpas mas não me recordo de suas palavras.
Somos em cinco irmãos, na época o caçula não era nascido, a mais velha era a Ana, depois vinha a Sonia, eu e depois a Elisete, e quando completei seis anos nasceu o único filho homem de minha mãe, Eduardo.
Tínha um casal vizinho q morava em frente a nossa casal Sr Manoel e Sra Iolanda, eles tinham vários filhos, entre eles uma menina mais ou menos da minha idade que era chamada pelo apelido de patinha. Acredito q naquela época eu devia ter de dois para três anos, a filha mais velha deles Eni era muito amiga de minha irma mais velha Ana, lembro de uma vez em q minha irmã estava conversando com esta moça no quintal da casa dela e me segurava pela mão, essa patinha chegou perto de mim, me encarou e mediu minha pessoa de cima para baixo e depois me deu um sonoro tapa para em seguida desatar no maior choro, eu confusa nem me mexi mas apanhei de minha irmã pois ficou entendido q eu havia batido na menina, então apanhei da talsinha e da minha irmã também.
Outro fato que me recordo são dois grupos de crianças, cada grupo numa ponta oposta na rua, minha irmã Sonia pegou a mim e minha irmã menor Elizete e nos orientou para bater nas meninas da outra ponta q viriam a nosso encontro, o grupo do outro lado empurrou 2 garotinhas e minha irmã nos empurrou também, eu deveria ter uns três anos e poucos e minha irmã menor uns 2 anos mais ou menos, eu não entendia direito o que estava acontecendo e o que eu deveria fazer, mas caminhei junto com minha irmã menor ao encontro das outras duas, apanhei muito.
Minha mãe lavava roupas para fora para ajudar no sustento da casa, nessa época eu deveria ter uns cinco anos, ela me ordenou que fosse estender roupas para ``quarar´´no gramado da nossa calçada, estava eu nesta tarefa quando uma menina q eu não lembro mais o nome parou e começou a puxar conversa comigo, ela morava numa casa cujo terreno ficava na rua debaixo e fazia divisa no fundo do nosso quintal, não lembro o assunto da conversa, mas de repente ela começou a me agredir, tentei me defender, mas a fulaninha era bem maior que eu, então corri para dentro do nosso quintal chorando enquanto a agressora em desabalada carreira desceu a rua e foi se esconder em sua casa. Esta menina viria a falecer alguns anos depois.
Eu estava por volta dos sete anos e fazia cursinho de catecismo aos domingos depois da missa das
crianças para a primeira comunhão, aprendi desde que entrei na escola que as professoras sempre tinham aquelas alunas que eram as favoritas, talvez porque fossem mais espertas, bonitas ou puxa-sacas mesmo, para essas alunas a professora dava a direito de chamar atenção das outras, corrigir provinhas e fazer chamada oral.
Então no final do curso a professora selecionou três alunas entre as suas favoritas para fazer prova oral das demais, a prova consistia em rezar ave maria, pai nosso, santo anjo, Credo (creio em deus pai) e salve rainha.
A maioria dos alunos não conseguiam rezar o Credo por ser uma oração longa e difícil para uma criança, mas eu rezei direitinho o Credo e todas as outras, mas quando chegou no salve rainha orei ate pouco mais da metade, o restante nunca consegui memorar ate dias de hoje.
A aluna encarregada após cada chamada se dirigia a professora para passar se o aluno foi bem na prova, regular, ou mal, a menina que tomou a lição de mim, depois de passar para a professora voltou para minha carteira e falou:
- você não soube nenhuma oração, a sua nota foi zero!
Olhei para ela incrédula, eu poderia ter ido ate a professora reclamar e pedir para que ela repetisse a prova oral comigo, mas me calei. e desde criança sempre agi assim, nunca tive ``boca´´ pra nada, lembro das inúmeras vezes em que fui prejudicada e sai como a errada tanto em família como na profissão e até com estranhos, depois eu ficava ruminando tipo ´´eu poderia ter falado isso ou aquilo, mas nunca falei nada, nunca me defendi e me odeio por isso.
Este dois últimos fatos que vou relatar aconteceu quando eu já adulta estava sentada num banco dentro da estação da CPTM aguardado o trem chegar, veio uma senhora e sentou-se ao meu lado junto com sua filha de mais ou menos cinco a seis anos, a menina me deu uma encarada e me mediu de cima abaixo varias vezes, e continuando a me encarar nos olhos me deu um beliscão na maior sem cerimonia.
crianças para a primeira comunhão, aprendi desde que entrei na escola que as professoras sempre tinham aquelas alunas que eram as favoritas, talvez porque fossem mais espertas, bonitas ou puxa-sacas mesmo, para essas alunas a professora dava a direito de chamar atenção das outras, corrigir provinhas e fazer chamada oral.
Então no final do curso a professora selecionou três alunas entre as suas favoritas para fazer prova oral das demais, a prova consistia em rezar ave maria, pai nosso, santo anjo, Credo (creio em deus pai) e salve rainha.
A maioria dos alunos não conseguiam rezar o Credo por ser uma oração longa e difícil para uma criança, mas eu rezei direitinho o Credo e todas as outras, mas quando chegou no salve rainha orei ate pouco mais da metade, o restante nunca consegui memorar ate dias de hoje.
A aluna encarregada após cada chamada se dirigia a professora para passar se o aluno foi bem na prova, regular, ou mal, a menina que tomou a lição de mim, depois de passar para a professora voltou para minha carteira e falou:
- você não soube nenhuma oração, a sua nota foi zero!
Olhei para ela incrédula, eu poderia ter ido ate a professora reclamar e pedir para que ela repetisse a prova oral comigo, mas me calei. e desde criança sempre agi assim, nunca tive ``boca´´ pra nada, lembro das inúmeras vezes em que fui prejudicada e sai como a errada tanto em família como na profissão e até com estranhos, depois eu ficava ruminando tipo ´´eu poderia ter falado isso ou aquilo, mas nunca falei nada, nunca me defendi e me odeio por isso.Este dois últimos fatos que vou relatar aconteceu quando eu já adulta estava sentada num banco dentro da estação da CPTM aguardado o trem chegar, veio uma senhora e sentou-se ao meu lado junto com sua filha de mais ou menos cinco a seis anos, a menina me deu uma encarada e me mediu de cima abaixo varias vezes, e continuando a me encarar nos olhos me deu um beliscão na maior sem cerimonia.
Na hora gritei para a mulher:
- OLHA A SUA FILHA ME BELISCANDO!!
- OLHA A SUA FILHA ME BELISCANDO!!
A menina se afastou de mim rapidamente mas ganhou alguns sonoros tapas da mãe que a repreendeu com energia
Certa vez fui ao PROCON da praça da Sé não lembro mais o assunto que fui tentar resolver , o local estava lotado com praticamente nenhum lugar para sentar, procurando notei que tinha uma fileira vazia com apenas uma garotinha de uns oito anos sentada na ponta, pedi licença e a fulaninha se colocou na minha frente me impedindo o acesso as cadeiras, empurrei ela e passei, mas a talsinha passou a me desferir tapas, segurei as mãos dela e falei alto:
- QUEM É A MÃE DESSA CRIANÇA MAL EDUCADA???
Uma senhora que estava sentada na fileira de trás começou a discutir comigo dizendo que eu não tinha paciência com crianças e outras coisas, respondi para ela que se continuasse a permitir que sua filha crescesse achando que podia impedir pessoas de se sentarem um lugares públicos as agredindo , com certeza dali a alguns anos ela estaria apanhando da própria filha. A mulher não gostou e ficou ali resmungando baixinho.
Uma senhora que estava sentada na fileira de trás começou a discutir comigo dizendo que eu não tinha paciência com crianças e outras coisas, respondi para ela que se continuasse a permitir que sua filha crescesse achando que podia impedir pessoas de se sentarem um lugares públicos as agredindo , com certeza dali a alguns anos ela estaria apanhando da própria filha. A mulher não gostou e ficou ali resmungando baixinho.

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